sábado, 21 de fevereiro de 2015
Exposição fotográfica sobre Igreja Matriz de Torre de Moncorvo, em Vila Real
A exposição de fotografia "Igreja Matriz de Torre de Moncorvo - Pormenores", de João Costa, será inaugurada na livraria Traga-Mundos, em Vila Real, no próximo dia 27 de fevereiro, pelas 21 horas.
Esta exposição esteve presente no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, desde agosto de 2014 a fevereiro de 2015. Com esta iniciativa, pretende-se divulgar, de uma forma mais ampla, Torre de Moncorvo e o seu património.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Concerto na igreja matriz de Torre de Moncorvo, próximo 31 de Maio
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Visita guiada à igreja matriz de Moncorvo
domingo, 11 de agosto de 2013
Música medieval numa espécie de catedral...
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
La Batalla actua na igreja matriz de Moncorvo na próxima sexta-feira, dia 9/08
Visitas guiadas à igreja matriz de Torre de Moncorvo no próximo fim de semana
As visitas em Moncorvo serão guiadas por Nelson Campos (DRCN) e Eugénio Cavalheiro, autores de uma monografia sobre este monumento, publicada em 1998.
A visita é gratuita, mas convém fazer inscrição para o site que consta no cartaz.
Para mais informações: http://www.culturanorte.pt/destaques,0,907.aspx
PARTICIPEM!
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Visitas guiadas a Monumentos principia pela igreja matriz de Moncorvo
Este programa vai decorrer no período de férias de Verão, com uma 1ª fase em Julho/início de Agosto e, numa 2ª fase, em Setembro.
O primeiro monumento a ser visitado é a igreja matriz de Torre de Moncorvo, já no próximo Sábado, dia 30 de Junho (com repetição no dia 1 de Julho), pelas 16:00h, sendo a visita orientada por um ténico superior da Direcção Regional de Cultura e por Eugénio Cavalheiro, co-autor de uma monografia sobre este importante monumento nacional (classificado como tal desde 1910).
Poderá efectuar a sua inscrição através do telef. nº. 22 619 78 96 (das 9 às 13 horas dos dias úteis)
Ver mais em: http://www.culturanorte.pt/destaques,0,552.aspx
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Nossa Senhora do Coberto ou Virgem de Guadalupe sob o alpendre lateral da igreja matriz de Moncorvo
O culto de Senhora de Guadalupe, principiou ainda no século XVI, no seguimento do aparecimento da Senhora a um índio chamado Cuauhtlatoatzin, baptizado como Juan Diego, em Tepeyac (México), tendo sido considerada padroeira da Cidade do México desde 1737, e de todo o México em 1895. Para saber mais, ver aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_de_Guadalupe
Permanece ainda a questão do porquê deste culto na igreja matriz de Torre de Moncorvo, ainda que sobre uma porta lateral? - Teria sido por influência de algum "brasileiro" de torna viagem, já que Senhora de Guadalupe era venerada por toda a América Latina? (aliás, é padroeira da América Latina desde 1945 e Imperatriz da América desde 2000).
Ficam estas questões como mais um pretexto de visita à nossa igreja, após a limpeza da imagem e substituição do vidro do nicho do alpendre da Senhora do Coberto (como se continua a chamar), recentemente efectuada por empresa da especialidade ao serviço da Direcção Regional da Cultura do Norte que acompanhou a intervenção através das suas técnicas superiores de Conservação e Restauro. Foram ainda colocadas pontas metálicas ao longo de todas as saliências sob o alpendre, de forma a impedir a concentração de pombas, cujos dejectos são nocivos à conservação do património pétreo.
Txt.: N.Campos; foto: N.Campos/DRC-N.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Presépio
A tradição ainda é o que era. Até ao dia da chegada dos Reis Magos, ainda pode contemplar o presépio da igreja matriz de Torre de Moncorvo, uma representação natalícia carinhosamente mantida pelas zeladoras da igreja e o recém-reconstituído agrupamento de Escuteiros.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
A Dança dos Pretos. Registo de Santos Júnior, 1930
Poderá visualizar este filme no site da Cinemateca: http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=8140&type=Video.Registo excepcional!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Festas de Torre de Moncorvo, em honra da padroeira
Aqui vai o Santo Isidro, rodeado de verduras, pois se trata do padroeiro dos lavradores da Vilariça.
Vista geral do cortejo da procissão, pela avenida Engº. Duarte Pacheco.
Escolta por cavaleiros da GNR.
Passagem dos andores pela rua Vasco da Gama.
Nossa Senhora da Assunção, com a serra do Roborêdo em plano de fundo.
A banda filarmónica de Carviçais, marcando o compasso, seguida pela banda do Felgar.
Guarda de Honra e saudação, no momento do regresso à igreja matriz.
Bandas de música e numeroso público despedem-se da Senhora, enquanto alguns fiéis aproveitam o último momento para pagarem o seu óbulo, e levarem flores e cartelas com a imagem da padroeira.
Cai a tarde e o sol poente, como disco de ouro aureolando a cabeça de um pensativo Santo Isidro, desce sobre o afogueado planalto de Cabeça Boa, de onde emanam fumos de incêndio. A Senhora, qual "Terra Mater", parece saudar o Sol e abençoar as terras do vale e da fragada ao longe... Vai ascender aos céus. Completa-se o ciclo, depois de circuitar a vila, fechando-se também a protecção ao burgo, com chegada ao ponto de partida, que é o Templo, relicário de pedra que estrutura o tempo e o espaço de uma comunidade que teima em subsistir, mau grado todas as diásporas.segunda-feira, 18 de abril de 2011
Dizzi Dulcimer - concerto na igreja matriz de Moncorvo
Tal como anunciado, realizou-se ontem, na Igreja Matriz, pelas 16.00h, o concerto de Dulci Trio - Renaissance, integrado na Temporada de Música Antiga no Douro. Os presentes puderam apreciar uma selecção de temas musicais do período da Renascença brilhantemente interpretados por Dizzi Dulcimer, Emily Eduards e Francesca LaFae. Foi um concerto único, num cenário à altura da interpretação musical.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
concerto de Dizzi Dulcimer, na igreja matriz de Moncorvo no próximo dia 17/04
(clicar sobre as imagens para AMPLIAR)
Realiza-se no próximo dia 17 de Abril (Domingo), pelas 16 horas, na igreja matriz de Torre de Moncorvo, um concerto de saltério (antigo instrumento de cordas sobre caixa de ressonância, que na Idade Média se usava frequentemente na música litúrgica), pela consagrada artista britânica Dizzi Dulcimer - sobre esta artista e a execução do instrumento, ver, por exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=TxjpYHhfRyI (clicar sobre o link)quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Presépio da igreja matriz de Torre de Moncorvo
A tradição ainda é o que era. Eram célebres, noutros tempos, os presépios que fazia o Sr. Júlio Dias, que acumulava as funções de sacristão e de guarda da igreja por conta da Direcção Geral dos Monumentos Nacionais. Não sabemos desde quando se fazem os presépios na nossa igreja, pela época natalícia, mas é de supor que desde os tempos do Barroco, período áureo dos presépios (há referências documentais do séc. XVIII à "junça", talvez juncos, que se transportava para a igreja, para o presépio). Em tempos mais recentes a montagem do presépio tem estado a cargo das zeladoras da igreja, que no presente ano contaram com a ajuda do agrupamento de Escuteiros (em fase de reorganização).Aqui fica o nosso apoio e estímulo para que se mantenha esta representação do Nascimento de Cristo, como mais um atractivo de visita à igreja matriz de Torre de Moncorvo.
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por: N.Campos
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Os dedos do sol
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Torre de Moncorvo convida à visita
Acorda e canta!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
ROTA DO FERRO - pelos caminhos do Roboredo em BTT
Como se tratava de um percurso experimental, a adesão não foi a melhor, mas mesmo assim, dada a presença de dois veteranos nestas coisas, foi possível constatar que o trajecto proposto é perfeitamente exequível, apenas com 3 pontos de dificuldade maior, em termos de subidas, e duas ou três descidas acentuadas. Sendo relativamente fácil para quem está habituado a estas andanças, fica o aviso para os principiantes: preparem-se para "desmontar" em alguns pontos e levarem a "bike" ao lado (ah, e não esquecer do estojo de primeiros-socorros).
Digamos que objectivo principal da acção era demonstrar as potencialidades da serra do Roboredo para um desporto radical (amigo do ambiente, porque não é ruidoso), associado ao facto de aí se encontrar o grande jazigo mineral de Ferro, com amplos vestígios de exploração (minas da Carvalhosa, mina da Cotovia, etc.).
Há a acrescentar a beleza da área florestal (antiga mata nacional, agora gerida pelo município) em que impera uma grande mancha de carvalhos negrais (Quercus pyrenaica), assim chamados pela cor escura do tronco, embora, aqui seja conhecido por "carvalho branco" devido ao tom esbranquiçado da parte inferior das folhas.
Aqui fica a reportagem:
9:00h - Alguns participantes e organizadores, no alto das minas da Carvalhosa, onde foram recebidos por representantes da Junta de Freguesia do Felgar.
Na Carvalhosa os técnicos do Museu fizeram uma breve explanação sobre as minas, sobretudo sobre a actividade realizada no século XX, pela empresa mineira Ferrominas.
9:00 h - Início do passeio cicloturístico, vendo-se a zona de exploração a céu aberto, onde as bancadas de extracção se encontram praticamente cobertas pela vegetação espontânea.
10:56h - Dois ciclistas no interior da mina da Cotovia ou da Portela, conhecida localmente pela mina do Zé Derreado devido à alcunha de um dos mineiros que aqui trabalhou, ainda nos anos 30 do séc. XX, com o engenheiro de minas alemão G. Schöenflick, por conta da Schnneider. Este consórcio internacional deteve uma parte significativa das minas de Moncorvo desde os finais do séc. XIX e a Segunda Grande Guerra, tendo realizado aqui amplos trabalhos de prospecção.
11:04h - Travessia de um dos trechos mais bonitos do percurso: a mata do Roboredo. Aproveitamos para informar que aos carvalhos deverá a serra do Roboredo o seu nome, pois os romanos chamariam indistintamente “quercus robur”, ou simplesmente “robur”, a estas árvores, o que comprova que o seu carácter autóctone.
Cerca das 12:30h - Na foto, um dos membros da organização e representante da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, no final do percurso, no miradouro de Santa Leocádia. A organização do evento coube ao Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, entidade suportada pelo município de Torre de Moncorvo em co-gestão com o PARM, sendo de destacar o apoio da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, Associação Cultural de Torre de Moncorvo e colaboração das Juntas de Felgar e Felgueiras. Os organizadores agradecem ainda à MTI-Ferro de Moncorvo S.A. a autorização concedida para visita às minas.
Pretende-se futuramente que outras pessoas singulares ou colectivas, clubes de cicloturismo ou empresas de eventos, possam fazer este percurso, no sentido de se afirmar esta Rota do FERRO, pelos encantos do Roboredo.
Txt. e Fotos: N.Campos
Ver mais em:
- Site do GPSies: http://www.gpsies.com/mapUser.do?username=PARM
- Site do Município de Torre de Moncorvo: http://www.torredemoncorvo.pt/serra-do-roboredo-e-palco-de-passeio-btt
- Blogue do PARM: http://parm-moncorvo.blogspot.com/
quinta-feira, 1 de julho de 2010
ROTA DO FERRO, pelos caminhos do Roboredo em BTT
O Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, instituição co-gerida pela Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e pelo PARM, promove no próximo dia 3 de Julho (sábado), um passeio cultural em bicicleta, designado "ROTA DO FERRO/pelos caminhos do Roboredo em BTT".Como se depreende, o percurso atravessará longitudinalmente a Serra do Roboredo (concelho de Torre de Moncorvo) desde as Fragas da Carvalhosa (antiga exploração mineira da Ferrominas) até à capela de Santa Leocádia/S. Bento, numa extensão de cerca de 11,5 km, pela cumeada da serra e pela vertente Norte, acima da meia-encosta, pelo chamado "caminho do meio", onde uma bela mancha florestal com árvores centenárias fornecerá a almejada sombra para mitigar o sol do final da manhã. A saída do alto das Fragas da Carvalhosa é às 9:00 horas e prevê-se a chegada para as 12:30h, no miradouro da capela de Stª. Leocádia/S. Bento, onde decorre o almoço, no parque de merendas, à sombra frondosa das árvores.
O objectivo da organização foi procurar "agarrar" um certo "turismo de nicho", pois há várias pessoas a praticar cicloturismo um pouco por toda a parte, incluindo a nossa região, pretendendo-se o fomento do desporto e a promoção turística do nosso património geomineiro, além de se dar a conhecer os encantos da serra do Roboredo e da paisagem que dela se avista.
Espera-se assim lançar percursos em redor da temática do Ferro, elemento distintivo de Moncorvo, rotas essas que podem depois ser exploradas por qualquer pessoa, individualmente ou em grupo (associações ou clubes), ou mesmo empresas do sector, numa perspectiva amiga do Ambiente (cicloturismo ou mesmo pedestreanismo), aliando a componente lúdica, desportiva e cultural. – Um complemento ao ar-livre para quem queira saber mais, depois da visita normal ao Museu.
Esta iniciativa conta com o apoio e colaboração da Juntas de Freguesia de Torre de Moncorvo, Felgueiras e Felgar e Associação Cultural de Torre de Moncorvo. A visita às minas foi autorizada pela MTI-Ferro de Moncorvo, SA, que está a realizar prospecções na zona das minas. A explicação sobre os antigos trabalhos mineiros realizados nesta zona, estará a cargo de funcionários do Museu.
O trajecto pode ser visto no seguinte link do GPSIES: http://www.gpsies.com/map.do?fileId=aplpcflszhmhkund
Mais informações sobre este assunto, podem ser vistas aqui:
http://www.torredemoncorvo.pt/passeio-btt-rota-do-ferro-pelos-caminhos-do-roboredo ou em:
http://parm-moncorvo.blogspot.com/2010/06/rota-do-ferro-pelos-caminhos-do.html
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Igreja matriz de Torre de Moncorvo foi classificada como Monumento Nacional há 100 anos!
Em Portugal, como no resto da Europa, a tomada de consciência da necessidade de preservação do que então se chamavam os "monumentos pátrios", ocorreu ao longo do século XIX, decorrendo de uma reflexão e exigência de espíritos ilustrados, como foram Víctor Hugo em França, Almeida Garrett e Alexandre Herculano, em Portugal.
Apesar de tentativas de inventariação de alguns monumentos mais representativos ainda na 1ª. metade do séc. XIX, no caso português só a partir da 2ª. metade desse século, após a criação da Real Associação de Archeólogos e Architectos Civis e com a criação de comissões específicas para o efeito, se viriam a dar passos decisivos para a classificação de alguns monumentos principais.
Em 1901 constituiu-se um Conselho de Monumentos Nacionais, a quem se deve a definição de um conjunto de critérios para a classificação de monumentos (decreto de 30.12.1901).
Uma primeira lista foi publicada com o decreto de 10 de Janeiro de 1907, sendo ratificada pelo decreto de 16 de Junho de 1910, faz hoje 100 anos (ver em baixo), incluindo-se neste primeiro lote de monumentos a igreja matriz de Torre de Moncorvo:
Texto do decreto de 16 de Junho de 1910 /Repartição de Obras Públicas
Excerto da listagem anexa ao decreto, na parte em que figura a igreja matriz de T. de Moncorvo
PARA AMPLIAR - CLICAR SOBRE OS DOCUMENTOS
Ver ainda: http://parm-moncorvo.blogspot.com/2010/06/igreja-matriz-de-torre-de-moncorvo-e.html










perante a seriedade da igreja Matriz.

