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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

"Passeio micológico" procura potenciar a serra do Roboredo

Realizou-se no passado dia 30/11 mais uma edição do Passeio Micológico à serra do Roboredo, iniciativa organizada pela associação do PARM em articulação com o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo (CMTM/PARM), sendo coordenada pelo Engº. Afonso Calheiros.
Apesar do frio matinal, foram vários os participantes que acorreram à chamada, entre moncorvenses e visitantes, tendo-se optado pelo caminho da Casa Florestal até à mata do Calhoal.
Aqui ficam algumas imagens:
Explorando o velho caminho de origem medieval e alertando para as potencialidades da serra do Roboredo como recurso a desenvolver (floresta, micologia, pedestrianismo, BTT, etc.)

Entre as espécies introduzidas, encontram-se outras endémicas, como o sobreiro que se vê na imagem.

Recolhendo cogumelos.

Palestra sobre cogumelos, a que se seguiu a identificação dos mesmos.

Um "Roque", "roco" ou "frade", já identificado com  o seu nome científico: "Macrolepiota procera"...

O facto de ter chovido pouco neste Outono fez com que se vissem poucos cogumelos, e, dos poucos, já bastante ressequidos pelas fortes geadas que se têm feito sentir. Assim concluíu-se que para o próximo ano haverá que organizar esta iniciativa um pouco mais cedo, procurando dar-lhe uma maior projecção e divulgação.

(Txt. & fotos: N.Campos)

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Passeio Micológico e workshop sobre cogumelos, é já no próximo Sábado, dia 30/11:

(clicar sobre o cartaz para AMPLIAR)

A associação do PARM em articulação com o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo (parceria Município de Torre de Moncorvo/PARM), leva a efeito, no próximo Sábado, dia 30/11, mais um Passeio Micológico (parte da manhã) , seguido de workshop (parte da tarde), sob orientação do Engº. Afonso Calheiros e Menezes (do PARM e técnico superior do PNDI).
Venha conhecer o fantástico mundo dos cogumelos, pelos Caminhos do Roboredo!
Para mais informações, ver aqui: 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Festa de Santa Leocádia - alguns momentos

Para os que não puderam estar presentes, aqui ficam alguns momentos da festa de S. Bento e Santa Leocádia, captadas ontem, dia 10 de Junho (clicar sobre as fotos para as AMPLIAR):
Vista geral da vila de Torre de Moncorvo, a partir do miradouro de Stª. Leocádia/S.Bento.

Momento da procissão, entre as capelas de S. Lourenço e Stª Leocádia.

Vista geral do terreiro das festividades

Missa campal, pelo Sr. Cónego João Barros, coadjuvado pelos Escuteiros de Moncorvo.

Fanfarra dos Bombeiros Voluntários, antes da sua vistosa actuação.

Dança aeróbica animada pela profª. Paula Couraceiro, com participação de jovens da Fundação Meireles.

Tuna popular da Lousa, preparando-se para a sua brilhante actuação.

Outro momento musical pelo já famoso Grupo de Cavaquinhos da Escola Sabor-Artes.

E a vez do Coro Infantil da Escola Sabor-Artes, também muito afinadinhos.

Panorâmica do recinto, ao fim de um dia bem passado...

As nossas felicitações à Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo e outras entidades apoiantes, além dos moncorvenses em geral, por manterem vivas as tradições e fomentando as Artes e a qualidade de vida, apesar do cizentismo dos tempos...

Fotos: N.Campos

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Moncorvo: Rota do Ferro em BTT e festa de Santa Leocádia

Realizou-se no passado dia 10 de Junho a 2ª. edição da Rota do Ferro em BTT (Bicicleta de todo-o -terreno), na sua versão "Pelos caminhos do Roboredo", iniciativa co-organizada pelo Museu do Ferro/Município de Torre de Moncorvo/PARM e Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo. No plano logístico a organização benificiou ainda da colaboração de uma aluna estagiária do curso de Educação Ambiental da Escola Superior de Educação de Bragança/IPB, Liliana Branco.
Este ano o passeio foi incluído no cartaz da festa de Santa Leocádia, juntando-se os ciclistas ao numeroso povo que subiu à capelinha do alto da serra, participando do programa da festividade e retemperando energias com um excelente almoço volante oferecido pela Junta de Freguesia.
Aqui fica a reportagem (clicar sobre as fotos para AMPLIAR):

Concentração dos ciclistas no alto da Carvalhosa (antigas minas da Ferrominas).
Algumas explicações sobre a história das minas, por um elemento da direcção da associação do PARM.
Preparando as "máquinas" e fazendo o "aquecimento". Ainda na Carvalhosa, breve visita à galeria de Santa Bárbara, aberta no início dos anos 50 do século XX.

A caminho de um futuro "eólico"....

Algures pelos caminhos da serra...

Em esforço, ainda na zona dos aerogeradores, vendo-se em fundo a zona de "trás-da-serra" para as bandas de Mós e termo de Felgueiras.

Um troço do percurso mais aprazível: o chamado "caminho do meio"...

Entre os bosques de "carvalhos brancos" endémicos da serra do Roboredo, que lhes deve o nome.

Momento para espreitar a vila, em vista aérea - sem ser de avião, mas de bicicleta...

Mas a descer, até as bicicletas voam! Entre uma nuvem de poeira, com a capela de S. Lourenço ao fundo.

Cortando a meta à entrada do recinto da Santa Leocádia, ainda a tempo da missa campal (com padre Sobrinho e Padre João).

Em fim de missa, os santinhos "arejam" fora da capela, onde os(as) devotos(as) lhes prestam homenagem.

"Hossana nas alturas!" - um parapentista apareceu, dando um ar de sua graça... "- E parece que não é o Vilela..." - comenta-se.

Toca a abastecer de merenda! - o resto do povo já está sob a copa dos pinheiros, no excelente parque de merendas...

Afinando as "gaitas" para o espectáculo que se seguiria pela tarde e noite dentro, entre os dias 10 e 11.

Afinando a voz e animando o almoço - ganda Belinha!

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Enquanto aguardamos que nos enviem as fotos da festa, adiantamos que a mesma esteve muito animada, tendo actuado organistas locais, conceituados DJ's, os fadistas "Nordestinos", a tuna da Lousa, os cavaquinhos da Escola Sabor-Artes, etc., tudo com bom ambiente e disposição, ao jeito do "que se lixe a crije!"...
As nossas felicitações à organização por manter viva a festa de Santa Leocádia e S. Bento.
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Txt. e fotos de N.Campos e Liliana Branco.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Apocalypse No(w) Roboredo, 13 de Agosto

Incêndio de sexta-feira/13

Um violento incêndio florestal ocorreu na tarde de sexta-feira, a partir da encosta Sul da serra do Roboredo, no termo de Felgueiras. Lembramos que existem duas torres de vigia de incêndios na cumeada da serra.
Em poucas horas acabaria por ser controlado, com intervenção de cerca de 50 b0mbeiros, viaturas auto-tanques e um helicóptero.
O facto de ter ocorrido em duas frentes pode levar-nos a suspeitar de mão criminosa.

Apesar dos avisos que já aqui deixámos (post's de 27.07.2010 e 23.06.2010) não se perde nada voltarmos a insistir nos cuidados que as pessoas devem ter, de forma a evitar os fogos acidentais, já que os de origem criminosa só com patrulhamentos e pesadas sanções se podem dissuadir... (ou com justiça à maneira medieval...).

Fotos: Rui Leonardo (vistas a partir das Cabanas de Baixo para a Serra do Roboredo, com a vila no sopé)

terça-feira, 27 de julho de 2010

“António Aguiar, sobrevoando o Douro e o Côa”, in “Desporto 24”

Ainda no rescaldo do VII Open de Parapente do Douro Superior/Torre de Moncorvo, aqui ficam alguns excertos de um artigo recentemente saído num jornal digital:

«Escolhe aí um golo perto do Soito para a prova de Moncorvo e envia-me as coordenadas". A encomenda do mestre Vítor deixara-o encantado com a perspectiva duma aterragem na sua terra e, ao mesmo tempo, tão longínqua da Serra de Reboredo, a 90 km. João depressa rumou a Alfaiates, no planalto, perto da barragem. Cedo encontrou um campo livre de vedações e de muros, sem árvores altas nem cabos, uma aterragem segura para qualquer piloto.

(…) No terceiro dia, sábado, já com mais pilotos inscritos em Torre de Moncorvo e sob um vento fraco e tórrido de Nordeste, optou-se por uma manga de 89 km até Alfaiates, Sabugal, perto da barragem, nos grandes campos, outrora de batalha, dum tempo conturbado da História de Portugal. Nunca da Serra de Reboredo, nem das outras serras nordestinas, havia sido desenhada e conseguida uma tão longa manga, transpondo a mais de 2000 metros de altitude o leito do Douro e, por três vezes, o do Rio Côa.


(…) Esta prova, organizada pelo Clube Ares da Minha Serra, de Moncorvo, e dirigida pelo ex-seleccionador Vítor Baía, não contou para o campeonato de Portugal por questões meramente administrativas, embora outras provas, que contaram, terem continuado a ficar aquém do nível desportivo das competições de parapente que há dez anos se desenham a partir da Serra de Reboredo com esta magnânima equipa técnica.

É de salientar o habitual bom acolhimento do Clube Ares da Minha Serra, o clube anfitrião, que, mesmo não tendo conseguido incluir a prova no Campeonato nacional, não deixa de registar a presença de alguns pilotos que nunca deixaram de comparecer, desde que ali se iniciaram as competições de parapente, há dez anos.

As classificações e os “tracklogs” dos voos estão disponíveis no site http://www.aresdaminhaserra.pt/

In: Desporto-24, 2010.08.02 > veja o artigo completo neste endereço: http://www.desporto24.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=6459:antonio-aguiar-sobrevoando-p-douro-e-o-coa&catid=103:opiniao&Itemid=288

Nota: fotos retiradas do "site" do Clube Ares da Minha Serra - ver mais no respectivo "site" mencionado acima.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

VII Open Internacional de Parapente do Douro Superior 2010 - mais um sucesso!

Realizou-se entre os dias 22 a 25 de Julho o 7.º Open de Parapente de Torre de Moncorvo/Serra do Roboredo, com várias descolagens na zona da Fraga do Facho (“Antenas”), Lapinha e Carvalhal.
Contando com algumas dezenas de participantes (e acompanhantes) esta é uma prova FAI de Categoria 2, que pontua para o Ranking Mundial de pilotos FAI.
A organização esteve a cargo do Clube A.M.S. (Ares da Minha Serra), sendo director do evento António Andrês e tendo director geral da prova Vítor Baía.

Mais uma vez em Torre de Moncorvo, o céu foi o limite, com várias pinceladas multicores sobre o manto azul do infinito...
Aqui ficam a lista dos participantes e os respectivos resultados:
Informação geral no "site" do AMS: http://www.aresdaminhaserra.pt/
Fotos: Rui Leonardo
Nota: Agradecemos ainda a informação enviada pelo nosso conterrâneo e amigo António Andrês, com uma palavra de estímulo para ele, a toda a organização e apoiantes, por esta realização que é já um excelente cartaz turístico da nossa terra.

terça-feira, 13 de julho de 2010

7º Open internacional de parapente do Douro Superior


O clube de voo livre e aventura “Ares da Minha Serra” em parceria com a Federação Portuguesa de Voo Livre, promovem, de 22 a 25 de Julho de 2010, o 7º. Open Internacional de Parapente do Douro Superior, em Torre de Moncorvo.

Trata-se de uma competição da Federação Aérea Internacional que pontua para o Ranking Mundial de Pilotos.

Situada no coração do Nordeste Transmontano, no distrito de Bragança, Torre de Moncorvo é uma vila repleta de história e tradições. Desde o ano de 2002 que Torre de Moncorvo faz parte do roteiro de voo livre a nível internacional. São muitos os visitantes que se deslocam esta capital de concelho por ocasião dos eventos associados ao voo livre. Este evento tem o apoio da Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, Rádio Torre de Moncorvo, entre outros parceiros.

O Douro superior está repleto de descolagens que se encontram, na sua maioria, na linha montanhosa das Serras do Roboredo e Carvalhal e Lapinha.

Para quem é acompanhante da competição, a organização dispõe sempre de um programa alternativo de actividades desportivas, culturais e de lazer.

Acompanhe as nossas actividades e compareça na Serra do Roboredo para uma cobertura de um evento rica de cores e sensações nos céus de Torre de Moncorvo.

- Para mais informações, veja o "site" do Clube Ares da Minha Serra (está na coluna do lado direito deste blogue), ou então clique aqui: http://www.aresdaminhaserra.pt/

segunda-feira, 5 de julho de 2010

ROTA DO FERRO - pelos caminhos do Roboredo em BTT

Tal como aqui foi anunciado, realizou-se no passado dia 3.07.2010 um passeio de BTT (Bicicletas de Todo-o-Terreno), entre as minas da Carvalhosa e a Santa Leocádia.
Como se tratava de um percurso experimental, a adesão não foi a melhor, mas mesmo assim, dada a presença de dois veteranos nestas coisas, foi possível constatar que o trajecto proposto é perfeitamente exequível, apenas com 3 pontos de dificuldade maior, em termos de subidas, e duas ou três descidas acentuadas. Sendo relativamente fácil para quem está habituado a estas andanças, fica o aviso para os principiantes: preparem-se para "desmontar" em alguns pontos e levarem a "bike" ao lado (ah, e não esquecer do estojo de primeiros-socorros).
Digamos que objectivo principal da acção era demonstrar as potencialidades da serra do Roboredo para um desporto radical (amigo do ambiente, porque não é ruidoso), associado ao facto de aí se encontrar o grande jazigo mineral de Ferro, com amplos vestígios de exploração (minas da Carvalhosa, mina da Cotovia, etc.).

Há a acrescentar a beleza da área florestal (antiga mata nacional, agora gerida pelo município) em que impera uma grande mancha de carvalhos negrais (Quercus pyrenaica), assim chamados pela cor escura do tronco, embora, aqui seja conhecido por "carvalho branco" devido ao tom esbranquiçado da parte inferior das folhas.

Aqui fica a reportagem:
9:00h - Alguns participantes e organizadores, no alto das minas da Carvalhosa, onde foram recebidos por representantes da Junta de Freguesia do Felgar. Na Carvalhosa os técnicos do Museu fizeram uma breve explanação sobre as minas, sobretudo sobre a actividade realizada no século XX, pela empresa mineira Ferrominas.

9:00 h - Início do passeio cicloturístico, vendo-se a zona de exploração a céu aberto, onde as bancadas de extracção se encontram praticamente cobertas pela vegetação espontânea.
10:56h - Dois ciclistas no interior da mina da Cotovia ou da Portela, conhecida localmente pela mina do Zé Derreado devido à alcunha de um dos mineiros que aqui trabalhou, ainda nos anos 30 do séc. XX, com o engenheiro de minas alemão G. Schöenflick, por conta da Schnneider. Este consórcio internacional deteve uma parte significativa das minas de Moncorvo desde os finais do séc. XIX e a Segunda Grande Guerra, tendo realizado aqui amplos trabalhos de prospecção.

11:04h - Travessia de um dos trechos mais bonitos do percurso: a mata do Roboredo. Aproveitamos para informar que aos carvalhos deverá a serra do Roboredo o seu nome, pois os romanos chamariam indistintamente “quercus robur”, ou simplesmente “robur”, a estas árvores, o que comprova que o seu carácter autóctone.
Cerca das 12:30h - Na foto, um dos membros da organização e representante da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, no final do percurso, no miradouro de Santa Leocádia.
Cerca das 13:00h - Aqui, no parque de merendas situado nas imediações da capela, teve lugar o repasto e confraternização com outros moncorvenses que já aí se encontravam noutro convívio.

A organização do evento coube ao Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, entidade suportada pelo município de Torre de Moncorvo em co-gestão com o PARM, sendo de destacar o apoio da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, Associação Cultural de Torre de Moncorvo e colaboração das Juntas de Felgar e Felgueiras. Os organizadores agradecem ainda à MTI-Ferro de Moncorvo S.A. a autorização concedida para visita às minas.

Pretende-se futuramente que outras pessoas singulares ou colectivas, clubes de cicloturismo ou empresas de eventos, possam fazer este percurso, no sentido de se afirmar esta Rota do FERRO, pelos encantos do Roboredo.

Txt. e Fotos: N.Campos

Ver mais em:

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ROTA DO FERRO, pelos caminhos do Roboredo em BTT

O Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, instituição co-gerida pela Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e pelo PARM, promove no próximo dia 3 de Julho (sábado), um passeio cultural em bicicleta, designado "ROTA DO FERRO/pelos caminhos do Roboredo em BTT".

Como se depreende, o percurso atravessará longitudinalmente a Serra do Roboredo (concelho de Torre de Moncorvo) desde as Fragas da Carvalhosa (antiga exploração mineira da Ferrominas) até à capela de Santa Leocádia/S. Bento, numa extensão de cerca de 11,5 km, pela cumeada da serra e pela vertente Norte, acima da meia-encosta, pelo chamado "caminho do meio", onde uma bela mancha florestal com árvores centenárias fornecerá a almejada sombra para mitigar o sol do final da manhã. A saída do alto das Fragas da Carvalhosa é às 9:00 horas e prevê-se a chegada para as 12:30h, no miradouro da capela de Stª. Leocádia/S. Bento, onde decorre o almoço, no parque de merendas, à sombra frondosa das árvores.


O objectivo da organização foi procurar "agarrar" um certo "turismo de nicho", pois há várias pessoas a praticar cicloturismo um pouco por toda a parte, incluindo a nossa região, pretendendo-se o fomento do desporto e a promoção turística do nosso património geomineiro, além de se dar a conhecer os encantos da serra do Roboredo e da paisagem que dela se avista.

Espera-se assim lançar percursos em redor da temática do Ferro, elemento distintivo de Moncorvo, rotas essas que podem depois ser exploradas por qualquer pessoa, individualmente ou em grupo (associações ou clubes), ou mesmo empresas do sector, numa perspectiva amiga do Ambiente (cicloturismo ou mesmo pedestreanismo), aliando a componente lúdica, desportiva e cultural. – Um complemento ao ar-livre para quem queira saber mais, depois da visita normal ao Museu.

Esta iniciativa conta com o apoio e colaboração da Juntas de Freguesia de Torre de Moncorvo, Felgueiras e Felgar e Associação Cultural de Torre de Moncorvo. A visita às minas foi autorizada pela MTI-Ferro de Moncorvo, SA, que está a realizar prospecções na zona das minas. A explicação sobre os antigos trabalhos mineiros realizados nesta zona, estará a cargo de funcionários do Museu.

O trajecto pode ser visto no seguinte link do GPSIES: http://www.gpsies.com/map.do?fileId=aplpcflszhmhkund

Mais informações sobre este assunto, podem ser vistas aqui:

http://www.torredemoncorvo.pt/passeio-btt-rota-do-ferro-pelos-caminhos-do-roboredo ou em:

http://parm-moncorvo.blogspot.com/2010/06/rota-do-ferro-pelos-caminhos-do.html