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O "day after": hoje, às 10:09h. A terra calcinada ainda fumegava...
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O "day after": hoje, às 10:09h. A terra calcinada ainda fumegava...
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http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/o-ultimo-oleiro/9789899734104/
Txt. de N.Campos
Aqui vai o Santo Isidro, rodeado de verduras, pois se trata do padroeiro dos lavradores da Vilariça.
Vista geral do cortejo da procissão, pela avenida Engº. Duarte Pacheco.
Escolta por cavaleiros da GNR.
Passagem dos andores pela rua Vasco da Gama.
Nossa Senhora da Assunção, com a serra do Roborêdo em plano de fundo.
A banda filarmónica de Carviçais, marcando o compasso, seguida pela banda do Felgar.
Guarda de Honra e saudação, no momento do regresso à igreja matriz.
Bandas de música e numeroso público despedem-se da Senhora, enquanto alguns fiéis aproveitam o último momento para pagarem o seu óbulo, e levarem flores e cartelas com a imagem da padroeira.
Cai a tarde e o sol poente, como disco de ouro aureolando a cabeça de um pensativo Santo Isidro, desce sobre o afogueado planalto de Cabeça Boa, de onde emanam fumos de incêndio. A Senhora, qual "Terra Mater", parece saudar o Sol e abençoar as terras do vale e da fragada ao longe... Vai ascender aos céus. Completa-se o ciclo, depois de circuitar a vila, fechando-se também a protecção ao burgo, com chegada ao ponto de partida, que é o Templo, relicário de pedra que estrutura o tempo e o espaço de uma comunidade que teima em subsistir, mau grado todas as diásporas.
Desde ontem (14 de Agosto), que lavra um grande incêndio na zona de Vila Flor, bem visível a partir das partes altas da vila de Moncorvo - esse fogo corresponde, na foto de cima, à coluna de fumo do lado direito. Relembramos que ainda há dias os bombeiros do vizinho concelho de Vila Flor chegaram a estar cercados pelas chamas, tendo perdido viaturas de combate ao fogo, conforme noticiou a imprensa regional. Não sabemos se o incêndio que se avistava ainda hoje (15 de Agosto), à tarde, é no mesmo local, ou noutro ponto do referido concelho.
As fotos foram captadas das traseiras do adro da igreja matriz, chegando a ser visíveis as chamas, a partir deste ponto de observação. O fumo encaminhou-se para o lado de Moncorvo, trazendo muitas partículas de cinzas pelo ar, além do cheiro à madeira queimada...
Têm hoje início as festividades da vila e concelho de Torre de Moncorvo, em homenagem à Senhora da Assunção, padroeira desta freguesia e "patrona" da grandiosa igreja matriz. Aqui fica o programa das festas que se estendem até segunda-feira, com um convite à visita e à participação!
Venha até Moncorvo este fim de semana!!
Aqui fica a nossa proposta.

Conforme anunciámos, realizou-se no passado dia 8, no pátio interior da Biblioteca Municipal a ante-estreia da peça "Deus lhe pague", pelo grupo de teatro amador desta vila, "Alma de Ferro". Escrita em 1932 por Joracy Camargo (1898-1973), “Deus lhe Pague” veio a ser um dos maiores êxitos da dramaturgia do Brasil. Em Lisboa foi representada, pela primeira vez, de 8 de Março a 29 de Maio no ano de 1935.
Aqui fica a reportagem fotográfica, registando alguns momentos da peça:
A cena inicial, vendo-se o numeroso público que não quis perder esta ante-estreia.
Outro aspecto do diálogo dos mendigos.
Um "flash-back" em que o patrão que consegue iludir a esposa do operário (Marilú Brito), obtendo uns planos de uma prodigiosa máquina (tear) concebida pelo empregado. Este virá a ser, mais tarde, o mendigo-filósofo, que se procura desforrar da sociedade, levando-a a pagar o que ela - a sociedade - lhe deve. A esposa enganada pelas promessas de jóias e altos palácios, acaba por morrer louca.
O mendigo rico, numa das faces da sua vida dupla, apontando à nova esposa (Esperança Moreno) o caminho do futuro ao lado de um seu primo e pretendente, um jovem bancário (Paulo Medeiros).
Logotipo do grupo de teatro moncorvense
Paisagem observada a partir da "Barca", no Peredo dos Castelhanos, encimada pelo Museu do Côa.
Enquanto a natureza nos inebria o olhar, a subtileza dos canelões tomam conta do paladar.