sexta-feira, 7 de junho de 2013

Rota do Ferro em BTT

Coincidindo com as festividades de Santa Leocádia, aqui fica o cartaz da 4ª edição da Rota do Ferro em BTT (co-organização da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo e PARM), aguardando a participação dos aficcionados de passeios em BTT:
(clicar sobre o cartaz para o AMPLIAR)

Festas de Santa Leocádia e de Santo Cristo

Realizam-se já neste fim de semana (dias 8,9 e 10 de Junho) as festividades em honra do Divino Santo Cristo, promovida pelos moradores deste bairro, assim como a festa de Santa Leocádia e S. Bento, organizada pela Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo.
Como não dispomos do cartaz do primeiro dos evento, aqui fica o da Santa Leocádia:
(clicar sobre o cartaz para o AMPLIAR)

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Município assinala 10 de Junho com Monumento aos Combatentes do Ultramar

O dia de Portugal e das Comunidades será assinalado este ano, em Torre de Moncorvo, com a inauguração de um monumento aos soldados do nosso concelho que morreram em combate durante a chamada Guerra do Ultramar (1962-1974). Mais de uma vintena de nomes ficarão gravados numa placa de aço cravada num obelisco de granito, num dos ângulos da praça da República, ao lado do cemitério.
Aqui fica o convite/cartaz para participação nesta justa homenagem aos homens da terra que tombaram na defesa do que então se considerava Portugal:

 

quarta-feira, 22 de maio de 2013

domingo, 19 de maio de 2013

GDM de outros tempos (1978-79)

(Clicar sobre a IMAGEM para a AMPLIAR)
 
No seguimento do "poster" anterior, recebemos do amigo José Sequeira esta relíquia fotográfica dos anos 1978-79, com a composição da equipa de então, legendada pelo próprio:
Em pé e a contar da esquerda : Fernando / Zé Sobrinho / Zeca ( tesourinha) / Beto Baptista / Amadeu e Sampaio.
Em baixo pela mesma ordem: Acácio (rato) / Caló / Néné Parra / Zé Sequeira e Branquinho.
Foi ainda no velho campo "pelado" do S. Paulo - Quem se lembra??
 
Gostávamos de ter aqui mais fotos antigas do GDM, pelo que ficamos a aguardar a vossa colaboração.

sábado, 18 de maio de 2013

Grupo Desportivo de Moncorvo campeão distrital 2012/2013

O GDM-Grupo Desportivo de Moncorvo, ao ganhar ao Vinhais por 3-0, num jogo disputado em Bragança, conseguiu conquistar a taça da Associação de Futebol de Bragança, a 6ª. da sua História.
Os nossos parabéns à nossa equipa, incluido os técnicos e dirigentes, a qual aqui fica identificada neste poster:

 Em cima, da esquerda para a direita: Sílvio Carvalho (Treinador), José Aires (Presidente), Diogo, Tó Carvalho (Director), Sílvio, Jota, Leandro, Bruno, Paulo Dores, Cardeal, Mário, Nuno, Samuel, Tomás Dias (Treinador-adjunto)
Em baixo, da esquerda para a direita: Eurico, Branquinho, Jorge Pinto (fisioterapeuta), Carlitos, Luís Alves, Alexandre, Valadares e Tiago Pinto
Presidente: Engº. José Manuel Aires
Directores: Joaquim Portela, Manuela Brandão, Generosa Fonseca, António Carvalho, Amândio Fevereiro, Basílio Lázaro e Carlos Lapa
Treinador: Sílvio Carvalho
Palmares: 13 títulos oficiais + 17 participações na 3ª divisão (Série B); 7 campeonatos distritais da A.F. de Bragança; 6 taças da A.F. de Bragança.
Notável!....

terça-feira, 30 de abril de 2013

Passeio Pedestre - 1º Maio

(Clicar no cartaz para AMPLIAR)
 
É já amanhã - participe!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

O Manco - Entre Deus e o Diabo, em TORRE DE MONCORVO

Sinopse: O Manco é uma figura que procura a sua unidade, enquanto ser humano, entre a dura realidade em que sobrevive e a busca de uma religiosidade que parece não lhe trazer respostas. Uma figura que se busca entre o seu mundo interior e exterior. O Manco - Entre Deus e o Diabo é um grito em silêncio de uma revolta contida. Apresentação pública em Torre de Moncorvo, dia 25 de Abril de 2013, pela Dr.ª TERESA LEONARDO FERNANDES.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Programa das Amendoeiras em Flor - 2013

 

(clicar sobre as imagens para as AMPLIAR)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Apresentação pública do projecto mineiro da MTI


Como anunciámos, realizou-se ontem, dia 23/01/2013, no auditório da ACIM (Associação de Comerciantes e Industriais de Moncorvo), a sessão pública de apresentação do projecto mineiro da MTI (Mining Technology Investments), para uma fase de exploração experimental conforme foi concessionado pelo governo em Novembro de 2012. O auditório foi pequeno para conter tantas pessoas, entre técnicos, jornalistas e população em geral, acabando a organização por instalar colunas de som no exterior para todos pudessem acompanhar o que se dizia na sala.

Abriu a sessão o Presidente da Câmara de Moncorvo, Engº. Aires Ferreira, que se congratulou pela maior abertura demonstrada pela nova administração da empresa MTI, no que toca a uma maior abertura em relação às entidades e população local. Tendo feito um breve historial das questões relacionadas com a actividade mineira, paralizada há cerca de 30 anos, após o encerramento da Ferrominas, afirmou que sempre o município por si liderado tinha feito do tema do Ferro uma espécie de ex-libris, apostando no Museu do Ferro, e chegando a criar o slogan: "Moncorvo, onde o ferro é a alma da terra", estampado em autocarros e camisolas de jogadores do Grupo Desportivo local. Evocando a luta pela construção da barragem do Baixo Sabor, acabou por dizer que também aqui seriam de esperar muitas dificuldades pelo caminho, até uma exploração efectiva, e que haveria que se lutar por isso, já que "estas coisas não nos caem do céu".

Por sua vez, o CEO da MTI, Dr. Víctor Correia, deu conta do que foi feito pela empresa desde 2008 (data do 1º contrato para prospecção e pesquisa) até 2011 (quando se verificou o desinteresse da Rio Tinto como potencial cliente e parceiro da MTI relativamente à exploração do minério de Moncorvo).
Afirmou que o principal obstáculo desde sempre ao aproveitamento destes minérios era a questão do fósforo, mas que isso hoje está resolvido, pois já existe tecnologia para se fazer separação molecular do fósforo relativamente ao ferro. Com base numa apresentação PowerPoint, demonstrou a nova vitalidade do sector mineiro na Europa, através de um mapa em que se pontuavam as minas em exploração e em vias de serem exploradas, com destaque para a zona dos países nórdicos. Alguns gráficos mostravam também as tendências dos preços dos minérios, verificando-se uma oscilação pouco significativa, apesar de, nos últimos anos, se ter verificado uma certa descida dos preços do ferro.
Para esta fase (próximos 4 anos), informou que, essencialmente, serão feitos mais estudos técnicos, seguindo certos vectores, como por exemplo: avaliação de recursos geológicos, avaliação de opções de exploração; avaliação de opções de processamento, etc.. Foi referido que entre as preocupações da empresa se encontravam as contrapartidas locais, designadamente no que toca a preferência pela mão de obra do concelho, além dos aspectos ambientais. De forma a minimizar estes impactos, seria desenvolvido um estudo mais circuntanciado, e que o avanço do projecto dependeria da sua aprovação.
Mais disse que os mercados de destino do minério seriam os chamados países emergentes, mas também consumidores europeus, o que colocava a velha questão transporte do minério, já não para a siderurgia (como noutros tempos), mas para um porto costeiro, em princípio Aveiro. Assim, tem de se equacionar o melhor processo para esse transporte, sendo uma das possibilidades a construção de um mineroduto.
Quanto a números, foi dito que 12 milhões era a quantia que a MTI se comprometeu a investir (tendo o Estado obrigado à prestação de uma caução sobre esse valor); 4 anos, era o período de tempo para desenvolvimento dos trabalhos; e 0,5% era o valor que deveria reverter em favor das entidades locais, como contrapartida.
No final seguiu-se um período de perguntas e respostas, tendo o Dr. Víctor Correia esclarecido algumas dúvidas e questões pertinentes colocadas por técnicos presentes, nomeadamente pelo Eng. Alves Costa (último director técnico da Ferrominas/EDM), bem como de vários jornalistas e público em geral.

A principal conclusão e a que mais interessaria ao numeroso público que acorreu ao local é que, nesta fase, não haverá tantos empregos como se esperaria. O próprio CEO da MTI, não querendo defraudar as expectativas futuras, informou que, nesta fase, seriam essencialmente alguns técnicos (geólogos, engenheiros de minas e de Ambiente, etc) que iriam estar no terreno, tendo em vista o aprofundamento dos estudos necessários para o avanço do projecto daqui a quatro anos. Mais adiantou que, correspondendo a uma proposta da autarquia, se está a equacionar a localização da sede da empresa em Torre de Moncorvo.

Ver mais >  JN – 2013.01.24:

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Projecto mineiro da MTI-Ferro de Moncorvo S.A. - Apresentação pública é amanhã!

clicar sobre o convite para o AMPLIAR

Barragem do Baixo Sabor faz mais uma vítima

Estado actual do muro da barragem do Baixo Sabor - foto de Carlos Ricardo - 2013
 
Moncorvo: Queda ao rio mata
Um operário com cerca de 40 anos morreu ao cair de uma altura de 80 metros para o rio, pelas 20h15 de ontem, quando trabalhava nas obras de construção da barragem do Baixo Sabor, em Torre de Moncorvo. O corpo foi descoberto às 23h30, após buscas realizadas pelos bombeiros e GNR.

Fonte: Correio da Manhã, ed. On line, 2013-01-22 - http://www.cmjornal.xl.pt/noticia.aspx?contentID=7E1C0715-9603-48FF-AEAC-9CF09EDCFEBC&channelID=00000010-0000-0000-0000-000000000010

domingo, 23 de dezembro de 2012

Exposição de Presépios

Decorre até ao dia 6 de janeiro, a exposição Presé-Pios, de João P.V.Costa, na livraria Traga-Mundos, em Vila Real. Esta mostra teve a sua primeira apresentação ao público no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo.


Faça uma visita!
Boas Festas!

terça-feira, 30 de outubro de 2012

OS ISIDROS – A epopeia de uma família de cristãos-novos de Torre de Moncorvo

A alma é também um abismo temporal e ainda bem. A minha é medieva, sei-o agora. Gosta de viajar nas dimensões do passado, de reconhecer as pessoas que existem nas páginas dos livros e captar-lhes a tristeza inenarrável sentida nas acusações mesquinhas e interesseiras feitas em nome de uma verdade insincera. Gosta de se transformar nas suas vidas quotidianas, de as sentir percorrer as ruas que também percorre, de as olhar nos olhos e descortinar neles a força e a esperança para enfrentar os murmúrios acusatórios dos vizinhos e dos amigos. Gosta de conhecer a realidade prismática que foram obrigados a viver e que transformaram em defesa da sua verdade. Sente que lhes pertence. Sente que tem dentro dela o verbo das orações, os sonhos inacabados antes de tempo, a calma de quem tem a consciência tranquila e nada tem que temer. Este não é apenas um livro de pesquiza histórica, de perseguição e de intolerância. Ultrapassa a narrativa fria da ciência e vai-nos dando quadros de um quotidiano que nos ajuda a compreender as emoções, os sentimentos e as posições de quem não se verga e morre na fogueira, de quem não resiste à dor e é obrigado a renegar as crenças do amanhã.