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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Cravina-brava


Cravina-brava ( Dianthus cintranus) em primeiro plano, com o fundo privilegiado de S. Leonardo de Galafura.
Estas imagens surgem como acompanhamento ao comentário que N. fez à postagem anterior sobre a flor azul.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Azul - silvestre


Almeirão (Cichorium intybus L.)

Do azul-celeste do Parapente para uma viagem mais rasante ao azul-silvestre desta flor.
Foto de João Costa
Local: Torre de Moncorvo
Data: 26/06/2010

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Explosão de aroma

Erva-peixeira (Mentha cervina), em floração.


Esta planta, cada vez mais rara, ainda é utilizada no tempero dos peixes do rio. Pelo seu aroma, presta-se para afujentar certos animais indesejáveis, como os ratos. Aqui está um produto perfeitamente natural contra estes roedores.
Apesar da raridade, o seu cultivo é viável em vaso, jardins e hortas. Necessita de água e de umas aparadelas, de vez em quando, para rejuvenescer.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Cacto & Cardos




Desculpem-me o abuso na utilização de mais um pouco de espaço, mas não quis deixar de registar a beleza dos espinhos da flora transmontana. O nome científico ficará para os especialistas, enquanto o sabor do figo-da-índia nos aguarda até Agosto.
Nota: Todas as imagens foram obtidas entre Sequeiros e Torre de Moncorvo, no passado dia 26.
Texto e fotos: João Costa

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Festa de Corpus Christi


Decorreu ontem a festa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, de grande relevância no panorama litúrgico da Igreja Católica. Esta solenidade teve origem no séc. XIII, por ordem do Papa Urbano IV (sg. Wikipédia).
Foi rapidamente assimilada por toda a comunidade católica, sendo introduzida em Portugal ainda nessa centúria, tendo por ponto alto a celebração de uma procissão com o Santíssimo Sacramento (hóstia consagragada que representa deus vivo), pelas ruas das vilas e cidades, de forma a Cristo abençoar a comunidade.


Não se sabe qual foi a primeira vez que ocorreu esta festividade em Torre de Moncorvo, mas no séc. XVII, já tinha grande relevância, com uma majestosa procissão, onde se incorporavam todas as corporações de ofícios (pedreiros, ferreiros, oleiros, sapateiros), toda a elite administrativa, judicial e religiosa, e a figura de S. Jorge, montada a cavalo e ladeado por pajens. A festividade era organizada pela Câmara em parceria com a Confraria do Santíssimo Sacramento.


A partir do séc. XIX, talvez na sequência das invasões francesas, a procissão e a festa perderam relevância, tornando-se somente uma actividade religiosa, sem o pendor pagão e também político. Ontem à tarde, depois da missa solene, realizou-se a procissão por um percurso reduzido, saindo da Igreja Matriz, passando pela Rua Manuel Seixas, Rua Visconde de Vila Maior, Praça Francisco Meireles, Rua das Flores, com chegada à Igreja Matriz. Logo de manhã, as ruas do centro da vila foram inundadas por um vasto tapete de flores e verduras, com particular destaque no adro da Igreja, fruto do empenho de um trabalho de cooperação louvável. Esperemos que se repita no próximo ano.

Texto e fotos: R. Leonardo

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Ainda o mel

Nesta foto, tirada em Moncorvo, é possível observar o fruto do trabalho da abelha. Está "carregada", como diz o povo.

explosões


Flor de Anagallis arvensis/ foemina.

O tempo do fogo de artifício que, de noite, nos pinta os céus, não faz mais do que imitar a explosão de inúmeras e minúsculas flores espontâneas.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Flores de Constantino

A propósito deste maravilhoso tempo primaveril, em que as flores desempenham um papel preponderante (veja-se a quantidade de post's publicados recentemente têm aludido a elas), é justo lembrarmo-nos aqui do moncorvense "Rei dos Floristas", cujas flores tiveram fama internacional e de que, segundo a tradição, resta um bouquet feito por ele, guardado na Igreja da Misericórdia de Moncorvo.


Para ficar a conhecer mais sobre o percurso deste Homem extraordinário, é obrigatório ler o interessante estudo da Dra. Júlia de Barros Ribeiro (Biló): "Constantino, Rei dos Floristas. Uma quási-biografia", publicado em 2003, numa co-edição da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e Magno edições (de cuja contracapa se extraiu a imagem que vai acima, fotografia original da Drª. Helena Pontes/Chefe de divisão de Cultura e Turismo de Torre de Moncorvo).

Recentemente encontramos também uma referência a Constantino, na biografia "D. Luís", editada pelo Círculo de Leitores (2006), da autoria de Luís Nuno Espinha da Silveira e Paulo Jorge Fernandes, a propósito das cerimónias da recepção, em Lisboa, de D. Maria Pia, rainha de Portugal, em 1862:

"Os reis foram recebidos no Cais das Colunas, debaixo do pálio da Câmara Municipal, dirigindo-se ao pavilhão, aonde o presidente da Câmara Municipal (...) entregou as chaves da cidade ao rei que as ofereceu à rainha. Noticia ainda, o Jornal do Comércio, que «uma deputação da associação dos artistas lisbonenses ofereceu à augusta Rainha um belo ramo de flores artificiais feito pelo rei dos floristas portugueses, Constantino»." (in: Op. cit, pp. 57-58).

por: Leonardo