Inertes Lhe morreram as galhadas tenras.
Pejado pela chuva e ventoso,
O ósculo chegara-Lhe numa manhã de Abril,
Pela boca voraz e o riso aparatoso
Do pleno ribombar da euforia primaveril.
Chamando-se Castanheirinho,
Inertes Lhe morreram as tenras galhadas.
Ficava a (outra) Vergôntea a tremeluzir
A fragilidade translúcida da verdura
Que, sob os raios de luz, se veio a traduzir
Numa imagem real de candura:
É o ventre do minério rasgado da Serra
Que de novo procria,
É o bafejo doce, cálido e fulvo da terra
Que tudo recria!
Chamando-se Castanheirinho,
Também Lhe (re)nasceram galhadas tenras...





