sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
terça-feira, 6 de março de 2012
flor
N.B. Este ramalhete foi colhido no dia 4.2.2012, em Sequeiros, Açoreira, Torre de Moncorvo.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
XXVI Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo
Foi inaugurada no passado dia 25 de Fevereiro a XXVI Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo, que este ano decorre no largo da República, entre a rua de Santiago e o bairro do Santo Cristo. A feira reune artesãos de todo o país e ficará patente até ao dia 4 de Março. Aqui fica uma breve reportagem fotográfica da mesma:
Cerimónia protocolar da inauguração, presidida pelo Sr. Presidente da Câmara e Presidente da Estrutura de Missão do Douro, Engº. Ricardo Magalhães, vereadores e outras individualidades, ao som da banda filarmónica do Felgar.
Aspecto geral do interior da exposição, vendo-se em primeiro plano os "stands" de artesanato de Torre de Moncorvo.
Outro aspecto da feira, este ano com mais espaço e maior número de expositores.Fotos de N.Campos
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Festividades da Amendoeira em Flor em Moncorvo - abertura é amanhã!
Amanhã, dia 25 de Fevereiro, tem início o programa das Festividades da Amendoeira em Flor, em Torre de Moncorvo.Ao fim da manhã, pelas 12;00h será inaugurada a XXVI Feira de Artesanato de Torre de Moncorvo, que este ano foi instalada numa tenda gigante, no Largo da República. Como habitualmente estarão representados diversos municípios e regiões do país, através dos seus artesãos, podendo os visitantes adquirir as magníficas peças de arte que sempre se encontram presentes.
Da parte da tarde, é inaugurada a exposição "Picasso em Ferro", de autoria de Plácido Souto, a qual terá lugar no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo. Plácido Souto é um ferreiro-artista de Vilar de Mouros, que já esteve presente no ano passado no nosso museu com uma outra exposição de Arte em Ferro. Tanto essa como a que agora se apresenta, já itineraram por diversos pontos de Portugal e Galiza. A originalidade de "Picasso em Ferro" reside na leitura pessoal de Plácido Souto de algumas obras do célebre pintor espanhol Pablo Picasso (1881-1973), só que em vez de telas utilizou... chapa de ferro! delineando depois os traços das figuras em verguinha e barras de ferro, aplicadas sobre as bases. Pincéis, apenas para colorir as obras de acordo com as cores dos originais. Segundo o artista vilamourense, trata-se de uma homenagem que pretendeu fazer à obra de Picasso, de que é admirador confesso.
A não perder! - visite Torre de Moncorvo, veja as amendoeiras, Feira de Artesanato e Museu.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Ainda a flor da amendoeira...
http://labodegadelasolana.blogspot.com/2010/02/la-flor-del-almendro-y-unos-amigos.html
Tradução para português, em: http://torre-moncorvo.blogspot.com/2010/03/lenda-das-amendoeiras-numa-versao.html
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Nota: as fotografias são de autoria do nosso amigo António Rómulo Duque (ilustre felgarense a residir e a trabalhar em Braga, a quem agradecemos a cedência destas imagens).
terça-feira, 8 de março de 2011
Carnaval
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Amendoeira
terça-feira, 9 de março de 2010
Exposição "O Ciclo da Amêndoa" - até 14 de Março
Inaugurada no passado dia 13 de Fevereiro, a exposição fotográfica dedicada ao Ciclo da Amêndoa, tem sido visitada muito visitada, sobretudo pelos turistas que têm acorrido às festividades da Amendoeira em Flor.Apesar do programa das festividades já ter encerrado, esta exposição ainda pode ser visitada no auditório do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo até ao próximo dia 14 de Março (próximo fim de semana).
Ver mais: http://parm-moncorvo.blogspot.com/2010/02/exposicao-o-ciclo-da-amendoa-ii.html
A árvore que enganou o diabo
Depois de um certo Inverno muito rigoroso, esgotadas todas as reservas de alimentos, andava um pobre Diabo, faminto, pelos campos, à procura de comida. Mas ainda não havia nada para comer, porque as árvores nem sequer tinham começado a florir, quanto mais dar fruto.Até que o Diabo, finalmente, avistou uma árvore cheia de flores brancas e rosadinhas.
- Ah! – exclamou ele – ali está a minha salvação. Se é a primeira a dar flor, é também a primeira a dar fruto! Vou-me sentar ao toro e esperar pelo que há-de vir.
E se bem o pensou, melhor o fez, deitando-se a dormir, à espera que lhe caísse o fruto madurinho
Passou um mês e... nada! outro mês e... nada! outro mês e... nada! Já as cerejeiras, as pereiras, as ameixoeiras, as macieiras e todas as outras árvores tinham dado flores e tinham dado os seus frutos e o raio da amendoeira... nada!
Mas o Diabo era teimoso e continuou à espera. Só quando viu que o Verão estava a acabar e que ia passar outro Inverno cheio de fome, é que resolveu desistir e foi encher-se de figos a uma figueira.
Quando o viu partir, já em Setembro, é que a Amendoeira fez amadurecer o seu fruto, a Amêndoa. E ainda por cima fez com que a sua casca fosse bem dura, não fosse o Diabo voltar atrás e nela tentasse ferrar o dente.
É por isso que a amendoeira é a primeira a dar flor e a última a dar fruto. E é também por isso que dizem que a “Figueira é a árvore do Diabo”, porque lhe deu de comer, enquanto a Amendoeira é “a árvore que enganou o Diabo”.
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[Conto popular, com redacção e adaptação de Henrique de Campos]
segunda-feira, 8 de março de 2010
LENDA DAS AMENDOEIRAS numa versão original "do lado de lá"
Encontrámos no blogue “La bodega de La Solana” (Mazueco de la Ribera, Salamanca), um post do nosso Amigo Ángel Garcia, em que publica um extraordinário poema baseado na Lenda das Amendoeiras, de autoria de um certo Marquês de Los Mojones, que ambos muito bem conhecemos. Ao que sabemos foi publicado pela primeira vez no jornal Mensageiro de Bragança, em 31.03.2000, na sua língua original, com uma tradução em português por H. de Campos. Para se ver a versão em castelhano, clicar em: http://labodegadelasolana.blogspot.com/2010/02/la-flor-del-almendro-y-unos-amigos.html
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Aqui fica a tradução:
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“Existe uma lenda em Portugal, originária do Algarve mas estendida por todo o país vizinho, que mistura o amor e as amendoeiras.
Comenta-se nela que um sultão das mourarias casou com uma donzela do Norte. A esta custava-lhe a adaptar-se à cor dos campos do Sul de Portugal até que… por fim, a lenda.
Esta é uma adaptação que dela fez o Marquês dos Mojones, há cerca de uma década, pensando na zona trasmontana e dedicada aos amigos do lado de lá.
LENDA DAS AMENDOEIRAS
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Grande é o risco que corres
Flor de amendoeira, a primeira,
Que com teu amanhecer temporão
Anuncias a Primavera.
Comenta uma lenda em Portugal
Que uma loira casou com um Sultão.
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Divisas do teu miradouro
Escarpada no outeiro
As terras de Trás-os-Montes
Da outra margem do Douro.
Nórdica ela de pais cristãos
A tez branca de campos nevados.
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Trás-os-Montes portugueses
Ladeiras de azeite e vinho
De amendoeiras e laranjais
De corações amigos.
Triste a princesa sempre estava
No seu novo país nunca nevava.
Flor de amendoeira flor de um dia
Flor de delicado aroma
Flor de amendoeira flor de um dia
O Douro a teus pés assoma.
Vendo o sultão tantos soluços
Plantou uma ladeira de amendoeiras [1]
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Amendoeira que te dá a vida
Nesta zona escarpada
Bem plantada entre as vinhas
Ou do alto das penhas.
Contemplando o vale uma manhã
Um sorriso tornou à sua cara.
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Amêndoas de flor de amendoeira
Com açúcar trabalhadas
São em Moncorvo “cobertas”
Em Alba “garrapinhadas” [2]
Talvez fizesse vento nessa manhã
Que o solo cubriu de flores brancas.
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Flores que na primavera
Sacudidas pelo vento
Tornam-se flocos de neve
Branco de amor, sentimento.
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Por: Marqués de Los Mojones
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[1] “Allozos”, no original. Trata-se de um vocábulo existente no castelhano, derivado de
“al-lauza”, nome que os mouros davam às amendoeiras bravias. Não encontrámos tradução em português, pelo que preferimos traduzir por “amendoeiras”, em vez de aportuguesarmos a palavra “allozos”, a qual daria “alouços”, sem que ninguém soubesse o que era.
[2] “Almendras garrapinhadas” – tipo de amêndoa coberta com açúcar que se faz na zona da Alba, perto de Salamanca, e que se poderia traduzir por “encarapinhada”.
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Tradução e Notas: N.Campos
domingo, 7 de março de 2010
Pétalas da Terra
Mesmo com o tempo cinzento, as amendoeiras, que me abraçam sempre que regresso à terra, qual negrilho torguiano, também desta vez, juntando-se todas, sorriram para mim e posaram para a fotografia. Será porque, sempre que as visito, lhes dou uma palavrinha e um afago, seja Inverno ou Verão! Além disso são uma família antiga e ainda não admitiram no seu seio as novatas ditas da CEE. Porque respeitam os valores da tradição e da solidariedade, todas me polvinharam com suas diferentes matizes!
sexta-feira, 5 de março de 2010
Conforme as Estações
No Verão as montanhas
Espreguiçam-se na sua imensidão
O céu confunde nas suas entranhas
O amarelo do trigo com sofreguidão
O trigo ceifado
As folhas mortas cobrem o chão
Com as primeiras águas ainda de Verão
Os homens rasgam a terra apoiados ao arado
Caem as geadas certeiras
Rompe o dia com ar cortante
No entanto, com carácter persistente e entusiasmante
As azeitonas são apanhadas das oliveiras
A neve derretida
Brilha o sol no ar
Forçando as amendoeiras a desabrochar
E derramando-se o perfume como coisa prometida.
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Assim aparece Trás-os-Montes… (Isabel Mateus, Évora,1987)
Este foi o poema com que, aos 18 anos, retratei o Portugal rural transmontano, a Minha Terra, no Alentejo, no Jornal de Parede do Lar dos Trigais da Ordem das Doroteias. Poema singelo, descritivo, a emanar autenticidade, brilho e, principalmente, a determinação, coragem e o sacrifício das suas gentes. Talvez por isso, para as recompensar do trabalho árduo e constante ao longo das estações do ano, não considerei a correria desenfreada das águas das ribeiras, nem a “Rebofa”, que este ano, como noutros, também por estes lados acontecem. Pelo contrário, a ênfase recaiu de supetão na essência de Trás-os-Montes: a flor branca ou ligeiramente rósea das amendoeiras.Afinal, elas são a metamorfose do homem transmontano!
Vale a pena visitar Trás-os-Montes, o homem e a sua flora nesta época do ano!...
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Textos de: ISABEL MATEUS
Fotografias: JOÃO PINTO V. COSTA
quarta-feira, 3 de março de 2010
Amendoeiras em Flor - Torre de Moncorvo
Como é sabido, tem estado a decorrer o programa das festividades da Amendoeira em Flor.Em Torre de Moncorvo, até ao dia 7 de Março, ainda pode participar nos eventos seguintes:
4 DE MARÇO – QUINTA-FEIRA
- 15.00h - Abertura da VII Feira dos Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura
- 17.30h - Inauguração da VII Feira dos Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura
- 22.00h - Actuação de QUIM BARREIROS, Largo da Corredoura
5 DE MARÇO – SEXTA-FEIRA
- 22.00h - Actuação de MYULA, Largo da Corredoura
6 DE MARÇO – SÁBADO
- 22.00h - Actuação de PYROPLASTOS e DUFF, Largo da Corredoura
7 DE MARÇO – DOMINGO
- 16.00h - Actuação de BRUNO CORDEIRO, largo da Corredoura
- 18.00h - Encerramento da VII Feira de Produtos da Terra e Stocks, Largo da Corredoura










